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Mais de 26 mil novos casos e 1.156 mortos em 24 horas no Brasil

Foto EPA/Joedson Alves
Foto EPA/Joedson Alves

O Brasil registou nas últimas 24 horas 1.156 mortos e 26.417 novos infetados pelo novo coronavírus, sendo o terceiro dia consecutivo em que o país regista mais de mil óbitos, informou na quinta-feira o executivo.

Segundo o Ministério da Saúde, está ainda a ser investigada a eventual relação de 4.211 óbitos com a covid-19.

O país sul-americano totaliza agora 26.754 vítimas mortais e 438.238 casos confirmados desde o início da pandemia, registada oficialmente no país no final de fevereiro.

Na quinta-feira, o Brasil registou também o maior número diário de infetados de sempre pelo novo coronavírus (26.417).

De acordo com a tutela da Saúde, o país já registou a recuperação de 177.604 pacientes infetados e 233.880 continuam sob acompanhamento.

São Paulo continua a liderar a lista dos estados com o maior número de casos, concentrando 6.980 óbitos e 95.865 pessoas diagnosticadas com covid-19.

Segue-se o Rio de Janeiro, que conta oficialmente com 44.886 casos confirmados e 4.856 mortos, tendo ultrapassado oficialmente o número total de óbitos registados na China, 4.634.

O Brasil é o segundo país do mundo com o maior número de casos de covid-19, apenas atrás dos Estados Unidos, que têm mais de 1,7 milhões de casos diagnosticados.

Até ao momento, o Brasil é o país que registou o maior número de mortes e de novos casos nas últimas 24 horas em todo o mundo, segundo o portal Worldometer, que compila quase em tempo real informações da Organização Mundial da Saúde, dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças, de fontes oficiais dos países, de publicações científicas e de órgãos de informação.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 357 mil mortos e infetou mais de 5,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,2 milhões de doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num “grande confinamento” que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.

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