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País

Marcelo e agravamento do coronavírus em Portugal ocupam grande parte das capas hoje

O Presidente da República entra no último ano de mandato

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Marcelo Rebelo de Sousa está esta segunda-feira nas capas dos jornais por dois motivos: pelo isolamento depois de ter recebido alunos de escola de Felgueiras onde apareceu um caso com coronavírus e porque celebra quatro anos de presidência. Devido à conjugação dos dois factores, Marcelo fará a festa sozinho, destaca o Diário de Notícias. A opção de recolher-se foi do próprio, que entra assim num último ano de mandato de muita incerteza política. A manchete do jornal é para o coronavírus. Portugal com casos de Norte a Sul do país aperta medidas de contingência. São desaconselhadas visitas a lares de idosos, diz a primeira, acrescentando que nas cadeias há quarentena. Ainda na capa, mais de um quarto dos trabalhadores têm 20 ou mais anos de casa e conheça Joe Barboza, o mafioso português que os EUA temiam.

O Correio da Manhã noticia que Marcelo está “fechado em casa”. O Presidente da República é hoje avaliado. Por ser doente cardíaco entra no grupo de risco. O jornal revela que as quarentenas estão sem controlo e a saúde sem meios de fiscalização. Linha SNS envia aluna infectada para universidade, diz ainda o jornal de maior tiragem nacional. Dois namorados com teste positivo fecham duas universidades no Norte do país.

O isolamento de Marcelo está no JN também. O coronavírus isola 100 mil em Lousada e Felgueiras. A quarentena leva a protestos à porta de várias cadeiras no Norte. Dois hospitais não cumpriram ordens para impedir visitas são outras notícias. Na capa, a referência a dois mortos na sequência de uma prova de automobilismo. Um piloto amador atingiu dois espectadores ao despistar-se devido a uma falha mecânica. O subsídio aos cuidadores chega em Abril em 30 concelhos merece chamada à primeira.

O Público também traz o presidente, num olhar aos desafios para esta recta final do mandato e com a informação de que será testado para o coronavírus. Portugal triplicou casos em dois dias, destaca o jornal. Itália está em estado de sítio e a doença alastra na Europa. A manchete revela que os tempos de espera levam milhares a trocar de hospital. Em três anos e meios mais de 700 mil portugueses escolheram ser tratados em hospitais fora da sua área de residência.

Jogos de futebol juntaram milhares de casos na Região com mais casos, diz a grande do i. Os pais ainda não sabiam ontem se iam ter baixa para ficar com as crianças das escolas encerradas. Uma vaga de assaltos na Mouraria e Alfama merecem atenção do jornal. Nas chamadas, já foram recolhidas as assinaturas necessárias para o referendo à eutanásia e Lisboa está no topo das capitais com mais ruído de aviões.

No Negócios, uma entrevista a Óscar Gaspar. “Não se pode combater um surto com ideologia”, declarou o presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada. Coronavírus pode retirar 50% das vendas é outra chamada. A manchete é para o PS, que insiste na proibição das cobranças abusivas. O Projecto de Lei visa impedir métodos opressivos por parte de quem quer reaver o dinheiro. Nesta edição, o Negócios faz notícia com a Teka, que centraliza produção e desenvolvimento de exaustores em Portugal.

Nos desportivos, as capas estão todas a verde. O 2-0 do Sporting frente ao Aves está na primeira d’A Bola. “De pé direito”, diz o título. O Record colocou “Leão já gatinha”, referindo-se à estreia do jogador Amorim. “Amorim passa prova dos nove”, preferiu O Jogo.

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